A poesia nasce quando a palavra encontra um lugar de silêncio dentro da gente. Ela não explica o universo, mas o aproxima: costura imagens, recolhe saudades e transforma o invisível em presença.

No Jardim das Constelações, cada verso é uma pequena travessia. Às vezes ele se parece com uma estrela: distante, discreto, mas capaz de orientar quem caminha por dentro.

A beleza da poesia no cotidiano

A poesia também mora nas coisas simples: no café que esfria devagar, na luz que entra pela janela, no girassol que insiste em procurar claridade. Quando olhamos com atenção, o cotidiano revela constelações escondidas.

Escrever é uma forma de cuidar do que sentimos. Ler é uma forma de encontrar companhia.